Então é assim que eu me deixo acontecer, nesses infinitos lugares, tão desabrochada de novas sensações, calma e límpida de qualquer outra ocasião. A fim de levar comigo todos os sentimento que criam – se por esses cantos que levo a alma pra passear. E ela fica assim, mansa, sublime e prestes a decorrer de todos os momentos, assim, únicos. Sem entender quão é mágico tanta sensibilidade entre os lugares, por isso só sente, busca e vive. (Ronilma Santos)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Entre lugares...
Então é assim que eu me deixo acontecer, nesses infinitos lugares, tão desabrochada de novas sensações, calma e límpida de qualquer outra ocasião. A fim de levar comigo todos os sentimento que criam – se por esses cantos que levo a alma pra passear. E ela fica assim, mansa, sublime e prestes a decorrer de todos os momentos, assim, únicos. Sem entender quão é mágico tanta sensibilidade entre os lugares, por isso só sente, busca e vive. (Ronilma Santos)
Poema de mim...
Introjetar - se...
Sendo...
Porque, na verdade, nada está pronto! É preciso calma para entender-se um gerúndio... Introjetar o fato de ser passo e, não, pegada! Na vida, o mais sedutor da delícia de existir acaba por se revelar na interface do eterno desdobramento e redescoberta de si mesmo; conhecer-se, talvez, seja a mais idílica das sensações para um ser que se prolonga em reticências. Sou até o próximo instante em que a minha certeza se converte em desconfiança e, assim, preciso admitir que o agora é sempre o pedaço de tempo mais arrebatador e mais inebriante do meu “existindo”. É sobre a circunscrição do presente que pode repousar qualquer pretensão de entendimento que se faça coetânea ao sentir. Amanhã, as conclusões já não mais pertencerão à cadência das emoções que lhas deram causa. Terão deixado o arfar dos pulmões, as batidas do coração, a respiração ofegante, para se consubstanciarem em conto sobre um minuto de existência que jaz nas paredes da história. Ronilma Santos
(texto feito em Outubro de 2009/EREP)
Porque, na verdade, nada está pronto! É preciso calma para entender-se um gerúndio... Introjetar o fato de ser passo e, não, pegada! Na vida, o mais sedutor da delícia de existir acaba por se revelar na interface do eterno desdobramento e redescoberta de si mesmo; conhecer-se, talvez, seja a mais idílica das sensações para um ser que se prolonga em reticências. Sou até o próximo instante em que a minha certeza se converte em desconfiança e, assim, preciso admitir que o agora é sempre o pedaço de tempo mais arrebatador e mais inebriante do meu “existindo”. É sobre a circunscrição do presente que pode repousar qualquer pretensão de entendimento que se faça coetânea ao sentir. Amanhã, as conclusões já não mais pertencerão à cadência das emoções que lhas deram causa. Terão deixado o arfar dos pulmões, as batidas do coração, a respiração ofegante, para se consubstanciarem em conto sobre um minuto de existência que jaz nas paredes da história. Ronilma Santos
(texto feito em Outubro de 2009/EREP)
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