quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Em lembranças...


Era tarde e o envelope ainda estava na mesa,
que poente mais belo que lá fazia.
Ruas, galhos e sementes, aonde foi um dia
encontrar a felicidade que todo mundo ouvia.
Pequeno, grande e feio;
A natureza não escolhia,
ah como era lindo aquele sol ao meio dia.
Familia, lares, bares...
Era uma só luz aonde eu vivi um dia.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Um momento.


A hora certa nunca se atrasa.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Entre lugares...




Então é assim que eu me deixo acontecer, nesses infinitos lugares, tão desabrochada de novas sensações, calma e límpida de qualquer outra ocasião. A fim de levar comigo todos os sentimento que criam – se por esses cantos que levo a alma pra passear. E ela fica assim, mansa, sublime e prestes a decorrer de todos os momentos, assim, únicos. Sem entender quão é mágico tanta sensibilidade entre os lugares, por isso só sente, busca e vive. (Ronilma Santos)

Poema de mim...




Um ser vivente
Eloqüente, que vive e sente
que planta a semente da redenção
Sou um ser feliz
Eterno aprendiz do que fiz e não fiz
Simples, apaixonado por pura paixão
Sou um ser amante, alegre cantante
Da vida e do instante
No pulsar do meu coração

(Rio de Janeiro, janeiro de 2010 - Ronilma Santos)

Introjetar - se...

Sendo...
Porque, na verdade, nada está pronto! É preciso calma para entender-se um gerúndio... Introjetar o fato de ser passo e, não, pegada! Na vida, o mais sedutor da delícia de existir acaba por se revelar na interface do eterno desdobramento e redescoberta de si mesmo; conhecer-se, talvez, seja a mais idílica das sensações para um ser que se prolonga em reticências. Sou até o próximo instante em que a minha certeza se converte em desconfiança e, assim, preciso admitir que o agora é sempre o pedaço de tempo mais arrebatador e mais inebriante do meu “existindo”. É sobre a circunscrição do presente que pode repousar qualquer pretensão de entendimento que se faça coetânea ao sentir. Amanhã, as conclusões já não mais pertencerão à cadência das emoções que lhas deram causa. Terão deixado o arfar dos pulmões, as batidas do coração, a respiração ofegante, para se consubstanciarem em conto sobre um minuto de existência que jaz nas paredes da história. Ronilma Santos

(texto feito em Outubro de 2009/EREP)